Our Music / Our World. Wind Bands and Social Life (2024)

Related Papers

Our music, our world: wind bands and local social life: book of abstratcs

2019 •

Bruno Madureira

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À sombra de um passado por contar: banda de música de Santiago de Riba-Ul

2012 •

Helena Lourosa

Doutoramento em MúsicaO presente trabalho inscreve-se no domínio da etnomusicologia e propõe-se abordar o fenómeno das bandas filarmónicas em Portugal numa perspetiva eminentemente histórica, usando como recursos metodológicos a pesquisa de arquivo e o trabalho de campo. Tomando como exemplo a Banda de Música de Santiago de Riba-Ul, que se autodesigna “a banda mais antiga de Portugal”, e tentando contextualizar a sua existência bicentenária no movimento filarmónico nacional, procurei explorar o desenvolvimento que o grupo teve ao longo do tempo, a partir da análise de documentos de arquivo em articulação com os discursos produzidos no domínio da oralidade e do periodismo local. Através da análise histórica reflito sobre movimentos semelhantes aos da implantação de agrupamentos filarmónicos na Europa, a estrutura democratizada e multifuncional que foram adquirindo ao longo do tempo, os espaços de ocorrência, o repertório e os instrumentos. Tendo em conta que o universo das bandas fil...

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Sofia Lopes, Renato Pistola

Não são todos os Concelhos que se podem orgulhar de ter entre os seus agentes de Cultura um com a idade de 150 anos e com a dimensão humana, mérito institucional e qualidade musical da Sociedade Musical Euterpe. Por isso, primeiro que tudo, importa deixar aqui os Parabéns, extensíveis a um enorme agradecimento, de toda a Cidade e Concelho alargado aos territórios do Alentejo e transfronteiriços, por todo o esforço, capacidade criativa e formativa, assim como pela constante integração na comunidade e dedicação centenária à sua melhoria de saber e de gostos musicais. Hoje, no início do século xxi, um novo desafio se apresenta à Sociedade Musical Euterpe, participar e aprender a conviver com outros parceiros, com outras ideias e outros equipamentos de Cultura no Espaço Robinson em construção, ser um Novo Habitante desse Espaço. Apesar de todos os receios que, legitimamente, as mudanças sempre criam e suscitam, estamos certos que a qualidade e a dinâmica cultural que a partir dali se vão gerar, vai trazer ao de cima na Sociedade Musical Euterpe todos os seus atributos centenários numa contribuição crítica e formativa ao crescimento do projecto, em benefício de todos os Portalegrenses e de todos os Visitantes que cada vez mais nos procurarão.

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LOPES, Sofia e Renato Pistola (2011), A História da Sociedade Musical Euterpe. Portalegre, Fundação Robinson

Renato Pistola

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Publicações da Fundação Robinson 17

Renato Pistola, Sofia Lopes

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Our Music, Our World: Wind Bands and Local Social Life

Inscribing Galician Regionalism into the Wind Band Repertoire: Topics and Gestures in the Output of Luis Brage Villar (1886–1959)

2019 •

David Ferreiro Carballo

The current status of the musical identity of Galicia, a region located in the very North-West of Spain, is the result of a long and complex process—cultural and intellectual—which started at the beginning of the 19th century, when Nationalism movements gained prominence all over Europe. In this regard, the historical origins of Galicia as an independent part of the Castilian Kingdom, its cultural particularities and the fact that it preserved its own language, contributed to the movement’s gaining a specific denomination: the Galician Regionalism, which started around 1885 and went until 1936. After that, the outbreak of the Spanish Civil War (1936–39), and the subsequent forty-years of Franco’s dictatorship cut not only the Regionalism, but also any attempt of national differentiation. Although wind bands were among the most prominent facilitators of the dialogue between the different actors of the Regionalism, scholars have not studied yet their function in this process. Thus, throughout this paper, I examine the role of these ensembles within the dissemination and assimilation of the Galician musical identity. Hence, I analyze the communication process established among the Galician intelligentsia, which was in charge of creating the regionalism’s discourses by studying the folklore; and the ordinary folk, the last receptors of these postulates. Thus, the starting point of my explanation is the re-visitation of these discourses, since only by doing so we can learn how Galician Regionalism was generated. Thereafter, I take the case in point of Luis Brage Villar to show, applying topic theory, how the composers of the time with a similar profile—most of them also conductors—were able to codify these intellectual ideas within their wind band repertoire. In such way, I suggest that the topics could have been perfectly understood by an audience who, despite their low education, were able to recognize and identify by themselves with their own oral tradition. Of course, wind bands are going to be revealed here as a crucial actor within this process.

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O corpo musical da Guarda Nacional Republicana : música, ritual e poder

2018 •

Marcos Aragão Fontoura

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International Conference "Our music, Our World. Wind Bands and Local Social Life". Aveiro, 10-12 de octubre de 2019

Identidades en disputa. Las bandas de música y la vida cotidiana durante la guerra civil española

Nicolás Rincón Rodríguez

La guerra civil es el hecho histórico reciente más traumático que recuerda la sociedad española; y, aunque ha constituido un prolífico objeto de estudio, existe poca literatura que analice la actividad musical del periodo. Durante mucho tiempo se consideró que estos años habían transcurrido sumidos en el silencio; no se comprendía cómo en un episodio tan traumático tenía cabida la «normalidad». En consecuencia, toda actividad relacionada con el esparcimiento, con la rutina o con la vida cotidiana fue obviada por la historiografía. En los estudios realizados durante los últimos años, sin embargo, se está demostrando que la música no solo no estuvo ausente en el periodo, sino que ocupó un lugar esencial en la movilización ciudadana, en la actividad propagandística y en los procesos identitarios. Las bandas de música, por otra parte, han jugado un papel esencial en la construcción de la identidad de las comunidades. Como tratamos de demostrar en el presente estudio, fue esta capacidad la que las convirtió en un elemento de gran utilidad para ejercer el control simbólico de la población en la zona de retaguardia, al intervenir en sus usos sociales, sus actividades de recreo, sus hábitos de consumo…, en definitiva, en la regulación de su vida cotidiana. Para ello, tomo en consideración el concepto de nacionalismo banal, de Michael Billig, y el de comunidades imaginadas, propuesto por Benedict Anderson y desarrollado para el ámbito musical por Georgina Born, con los que explicaré con una perspectiva comparada las estrategias que ambos gobiernos utilizaron para implementar, reforzar o reorientar la identidad nacional española a través de la música.

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Revista Tempo e Argumento

Acordes D`Além-Mar - Memórias das Bandas Filarmônicas Portuguesas nas Américas no Século XX

Antonio Henrique Seixas de OLIVEIRA

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Revista TOMO

Trajetórias Musicais

Ricardo Bento

Neste trabalho de base etnográfica acompanho diversos jovens músicos que aprenderam a tocar no contexto institucional português da Orquestra Geração, um projeto de inclusão social através da música que se inspirou nas orquestras infantis e juvenis do El Sistema, da Venezuela. Desse modo, a partir desta plataforma comum, irei observar como as redes sociabilidades musicais de alguns destes jovens músicos criam a partir das interações no espaço público das ruas de Lisboa, uma ‘micro banda de metais’ surgida das intensas relações de interconhecimento, aspirações e sonhos coletivos. Nesse sentido, pretendo analisar a integração artística, as trajetórias musicais e a vida social – de jovens músicos empenhados em manifestar-se cívica e culturalmente na esfera pública da cidade. Palavras Chave: trajetórias musicais; Lisboa; Alta Cena; processos cooperativos; democratização cultural

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Our Music / Our World. Wind Bands and Social Life (2024)
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Author: Jerrold Considine

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